Começando o primeiro post da ‘Série Ufologia Brasil’, vamos abordar o caso mais famoso da história brasileira: o caso do ET de Varginha. Mesmo hoje, esse incidente continua gerando repercussões entre entusiastas e profissionais que debatem a veracidade dos acontecimentos.
Já parou para refletir sobre a possibilidade de estarmos sozinhos neste vasto universo, repleto de mistérios ainda não desvendados? Se você viveu no final do século 20 ou já se interessou em assistir documentários sobre o assunto, é provável que tenha ouvido falar do famoso caso brasileiro: o incidente do ‘ET de Varginha’.
Neste momento, vamos explorar um caso específico que tem gerado muita especulação e discussão. De fato, muitas pessoas dedicaram tempo e esforço para investigar esse incidente, e ao longo do processo, surgiram diversas interpretações e relatos conflitantes. A questão que permanece é:
O que realmente aconteceu naquele janeiro de 1966?
O primeiro incidente deste caso ocorreu na zona rural de Varginha, na fazenda de Oralina e Eurico. Enquanto dormiam, os dois agricultores despertaram por volta da uma da manhã com um estranho barulho de animais próximo à sua residência. A princípio, parecia ser apenas uma confusão, até que Oralina avistou algo e chamou seu marido para testemunhar o que via, Eurico descreveu o objeto como um ‘submarino’ flutuante.
No mesmo dia, perto das 9 horas da manhã, enquanto brincavam próximo a uma construção, três garotas avistaram uma criatura que parecia ser uma mistura entre humano e animal com a pele repleta de óleo, logo associaram a um ser demoníaco. Alarmadas, as crianças imediatamente alertaram os bombeiros, que se dirigiram ao local e conseguiram capturar o ser desconhecido. Posteriormente, ela foi supostamente transportada para a ESA (Escola de Sargentos das Armas) localizada na cidade de Três Corações, Minas Gerais.
De maneira intrigante, a mãe das meninas envolvidas relatou que homens de terno visitaram sua residência, tentando persuadi-las a negar o que tinham testemunhado em um programa de televisão, possivelmente com o objetivo de desacreditar o suposto encontro com o a criatura.
De acordo com um inquérito conduzido pelo Tenente-Coronel Lúcio Carlos Pereira, após investigação a criatura alienígena supostamente avistada era, na verdade, um morador local conhecido como ‘mudinho’, que sofria de deficiência de fala e não pôde se comunicar com as meninas para esclarecer a situação incomum. Assim, esse incidente, anteriormente atribuído pelas jovens ao ‘diabo’, foi elucidado de acordo com a versão fornecida pelo exército.
Outro avistamento dessas possíveis criaturas ocorreu durante uma confraternização em um zoológico da cidade, quando uma senhora, ao sair para fumar, avistou uma figura com uma boca larga e rasgada, um olho proeminente de cor vermelha intensa, semelhante à cor de um farol de carro, fixado nela.
O aspecto estranho e trágico dessa história é a coincidência da morte inexplicada de alguns animais no zoológico na mesma época, deixando uma inquietante sensação de mistério e preocupação para aqueles que testemunharam a suposta passagem. Assim como o destino de um dos policiais, Marco Chereze, envolvido na captura de uma das supostas “criaturas extraterrestres”. Chereze faleceu após contrair uma bactéria no rim e outra no pulmão, possivelmente em decorrência do contato físico com uma das criaturas. Em nota, o centro de comunicação social do exército classificou o caso como algo não relacionado a ufologia.
O caso do ET de Varginha causou grande repercussão em todo o mundo, colocando a cidade no mapa da fama, porém, não foi suficientemente explorado para gerar oportunidades de crescimento econômico. Atualmente, encontramos vestígios dessa história, como um grande disco voador que seria transformado em um museu de objetos relacionados ao caso do ET, várias esculturas retratando o alienígena descrito pelas três irmãs e até um jogo inspirado no acontecimento.
Existem duas versões do ocorrido: uma relatada por testemunhas oculares, como os agricultores e as três meninas, que afirmam ter havido um contato com uma entidade, criatura ou ser extraterrestre, hoje em dia, adultas essas três mulheres mantém sua versão dos fatos; e a versão do exército, que classifica o evento como não relacionado à ufologia, conforme afirmado pelo Tenente-Coronel Lúcio Carlos Pereira.
E você, qual é a sua opinião? Considera que o caso foi uma farsa, ou acredita que aquelas pessoas realmente testemunharam algo naquela época?
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– Gratificamente me despeço: Cal